A formação médica no Brasil tem sido pauta constante de debates, muitas vezes marcados por generalizações e preconceitos que não resistem à análise técnica e legal do tema.
Um dos alvos frequentes dessas críticas são as instituições privadas de educação superior, acusadas de não oferecerem a devida qualidade na formação de profissionais de medicina. No entanto, esse tipo de afirmação ignora os avanços regulatórios, a seriedade dessas instituições e, sobretudo, o papel do Estado na avaliação e autorização de cada curso.
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